BuildingsImóveis Comerciais para Aluguel ou à Venda2010-09-09T01:02:03ZBuildingshttp://www.buildings.com.br/feeds/atom.phpCircuito Mato Grossohttp://www.buildings.com.br/2010-09-06T01:02:03Z2010-09-06T01:02:03Z
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O jornal Circuito Mato Grosso percorreu diversos bairros de Cuiabá e concluiu que a cidade virou um verdadeiro canteiro de obras e que a Prefeitura não está conseguindo acompanhar tal efeito da iniciativa privada.
As obras para a Copa do Mundo de 2014 em Cuiabá já deveriam ter sido iniciadas, porém apenas o Estádio do Verdão está em fase de construção.
Falta infraestrutura em Cuiabá. Ruas e Avenidas estão um verdadeiro caos. Falta água, segurança, enfim muita coisa ainda há de ser feita na Capital até 2013, quando será realizada a Copa das Confederações.
As obras para Copa do Mundo de 2014 devem começar e com urgência. Para todos os lados que se vê pode-se constatar que a cidade explodiu em obras da iniciativa privada.
Investimentos em Cuiabá
Entre as construtoras de renome que nos últimos anos vieram para Cuiabá, de acordo com o corretor da Urbana Operações e Planejamento Imobiliários, Werner Reuter, estão a Mudar, Plaenge, GMS Imobiliária e Construtora, Brookfield, Construtora e Incorporadora Rossi, Alphaville e Goldfarm. “Outras construtoras estão por vir para Cuiabá e Mato Grosso. A procura para construir na cidade está grande”, declarou Werner.
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JConlinehttp://www.buildings.com.br/2010-09-06T01:02:03Z2010-09-06T01:02:03Z
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Faltam indicadores precisos para medir o m² em todo o Grande Recife. Mas o presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi), Alexandre Mirinda, estima que só nos dois últimos anos a alta foi de 30%. No período, a poupança subiu 14,98% (veja arte).
“Não diria que está caro. Antes do boom imobiliário, os preços estavam defasados. Hoje, temos equilíbrio de preços. E nos últimos seis meses o metro quadrado estacionou”, afirma Mirinda. Mas os consumidores e os números do mercado ainda não mostram a parada nos preços.
“Eu morava com minha esposa em uma casa alugada. Vimos que o aluguel pagaria um apartamento. Porém, os preços estão mudando muito, a cada 30 dias. Entre achar o apartamento que comprei, que estava a R$ 96 mil, e comprar, por R$ 118 mil, foram só dois meses”, diz o funcionário público Márcio Alencar, 38 anos.
Ele vive há dois meses com a esposa Carolina Alencar, 25 anos, e o filho, de três anos, na casa da sogra. Sem o aluguel, paga todos os meses a prestação da vez e a última parcela, reduzindo mais rápido o saldo devedor. Márcio, porém, ficou indeciso até a compra. Optou pelo Cordeiro após conferir outros dois bairros. “Embora os preços estejam altos, há muita oferta.”
A pedido do JC, a Unidade de Pesquisas Técnicas (Uptec) da Federação das Indústrias de Pernambuco (Fiepe) calculou a variação do m² nos bairros que mais se destacaram na oferta de apartamentos novos desde 2005. Osangela Sena, economista da Uptec, ressalta que não se pode fazer o cálculo para a RMR inteira, pois nem todos os bairros têm preços registrados mensalmente.
Na média anual de 2005 até 2010 (considerando o período de janeiro a julho), Casa Caiada, em Olinda, lidera o crescimento percentual, com uma alta de 73,10%. Lá, o metro quadrado custa, em média, R$ 2.577. Em 2005 era R$ 1.488. Boa Viagem, que tem o metro quadrado mais caro do Grande Recife, viu seus preços subirem 67,36%, de R$ 2.035 para R$ 3.406. Em Casa Forte, o aumento foi de R$ 1.736 para R$ 2.930, ou 68,75%. Ou seja, nos três bairros, as subidas de preços ficaram em torno de 70%.
Enquanto isso, no mesmo período, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), inflação oficial do País, cresceu 29,68%, e o Índice Geral de Preços ao Mercado (IGP-M), muito usado em aluguéis, avançou 29,35%. A poupança cresceu 52,64%.
Apesar da subida, no acumulado de 2010 até julho foram 5.093 imóveis vendidos no Grande Recife, contra 2.729 em igual período do ano passado e 2.152 nos mesmos sete meses de 2008. “A razão das vendas continuarem firmes é o crédito facilitado. Não só a disponibilidade, mas o montante do financiamento incentiva as pessoas a comprar um imóvel novo”, comenta o economista Heródoto Moreira.
A questão crucial é até quando (e quanto) o consumidor suportará uma alta tão rápida de preços. Na média, Boa Viagem, Casa Forte e Casa Caiada tiveram mais de R$ 1.000 em reajuste no m², no confronto da média dos sete meses deste ano com o apurado em 2009.
Fabiano Santos de Souza, 30 anos, diretor comercial de uma agência turismo, recebeu as chaves de seu primeiro apartamento em março. Mas ainda está montando a casa, depois de gastar mais do que o esperado na aquisição do imóvel.
“No começo, imaginei comprar em Boa Viagem por R$ 50 mil, R$ 60 mil. Imagina a inexperiência? Quando fui procurar, não encontrei nada disso. Estava a R$ 100 mil, R$ 150 mil. Comprei por R$ 140 mil. Hoje está avaliado em R$ 200 mil. São 60 metros quadrados”, conta Fabiano.
“Ninguém sabe o que acontecerá com os preços. Mas o ritmo dos aumentos vai cair. Acho que o grande salto já foi dado. Tem gente que acha que isso vai até 2014. Acho que o recado é: imóveis continuarão um bom investimento. Mas o retorno será menor”, avalia o diretor da True Imóveis, Henrique Abath.
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ESPNhttp://www.buildings.com.br/2010-09-06T01:02:03Z2010-09-06T01:02:03Z
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De acordo com o jornal, os estados de Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Mato Grosso, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, Ceará e Rio Grande do Norte investirão R$ 4,831 bilhões em seus estádios para a Copa do Mundo no Brasil. Esse valor é oito vezes maior do que os nove governos estaduais gastaram em habitação em 2009 (R$ 589 milhões).
O volume de dinheiro investido por esses estados nas arenas para o Mundial de 2014 também é quatro vezes superior ao investimento que fizeram, por exemplo, em saneamento básico (R$ 1,269 bilhão).
A comparação continua estarrecedora ao se observar que a verba estadual destinada apenas para a Arena Capibaribe, que terá empréstimo federal, é de R$ 464 milhões, valor mais de 15 mil vezes superior aos gastos da União para a recuperação das 14.316 casas atingidas pelas chuvas trágicas que assolaram recentemente o estado de Pernambuco.
Os números publicados pela Folha são do próprio Tesouro Nacional, embora alguns estados aleguem que alguns dados não incluem todos os gastos em determinado setor, já que excluiriam, por exemplo, as folhas de pagamentos.
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Tribuna do Nortehttp://www.buildings.com.br/2010-09-06T01:02:03Z2010-09-06T01:02:03Z
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O primeiro parque eólico implantado no estado para geração de energia elétrica destinada ao consumo público pertence ao grupo Iberdrola e se localiza no município de Rio do Fogo. A empresa espanhola ganhou concessão para instalar o empreendimento através do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa) em 2005 junto com a empresa New Energy Options/Multiner, que está concluindo os parques Alegria I e II em Guamaré. O parque Alegria I ficará pronto em novembro, segundo informações da empresa. Por ter enfrentado problemas de questão fundiária, o Alegria II ficará pronto em outubro de 2011, cujas obras estão em ritmo acelerado.
Em relação às seis empresas ganhadoras do primeiro leilão, que ocorreu em dezembro de 2009, duas (Desa/Dobrevê e Santa Clara) iniciaram a construção dos parques no município de Parazinho. As demais empresas (Cedin do Brasil, Aratuá, Eólica Mangue Seco e Gestamp), iniciarão a construção dos seus parques entre dezembro e janeiro de 2011, dentro do cronograma estipulado por cada uma delas.
Para o diretor da construtora Dois A Engenharia, Sérgio Azevedo, após 15 anos de estagnação, o setor de construção civil tomou um novo fôlego com a retomada do crescimento imobiliário aliado à ascensão do segmento industrial, incluindo os parques de geração de energia. “Os parques não são obras de empreendimento imobiliário, mas consomem os mesmos produtos da construção civil”.
O consultor da Pactum Consultoria, Jefte Lisowski, comenta que a questão dos produtos que fomentam a construção civil hoje, abrange todo o país. “Devido a retomada do crescimento da construção civil como um todo, a procura por aço, ferro e cimento aumentou consideravelmente no Brasil. Existem empresas europeias que querem se instalar no país e isso obviamente é uma demonstração de que ferro, aço e cimento com certeza terão uma demanda muito significativa”.
Segundo dados divulgados pelo Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC), poderá faltar cimento até 2013. As obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), Olimpíadas e Copa do Mundo, serão os principais consumidores do insumo. O Sindicato analisa que as indústrias estão se preparando para o aumento do consumo, porém não descarta a possibilidade de ocorrer situações pontuais de descasamento entre a oferta e a demanda.
No entanto, o presidente da Cooperativa da Construção Civil (Coopercon RN), Marcus Aguiar, acredita que o estado não será atingido pela falta de cimento nos próximos anos. “O Grupo Votorantim acelerou a construção da fábrica de cimento em Baraúnas e o Grupo Lafarge, um dos maiores produtores de cimento do mundo, estuda a possibilidade de instalar uma fábrica no RN em breve”. Além disso, Aguiar comenta que as empresas estão importando cimento do Vietnã, Estados Unidos e Canadá para conseguir atender os pedidos.
Política estadual merece destaque
A condição excepcional dos ventos que atingem o estado atrai cada vez mais investidores. O estado tem se destacado por apoiar o setor eólico, agilizando os processos de concessão de terrenos e liberação destes por órgãos ambientais. “O Rio Grande do Norte tem um potencial eólico diferenciado em relação aos demais estados brasileiros. Aliado a esse fator, o claro interesse do governo em apoiar o desenvolvimento desse novo mercado”, aponta o diretor-presidente da Galvão Energia, Otávio Silveira. A empresa participou do último certame e conquistou 94 megawatts (MW) para produção de energia. Ela investirá R$ 400 milhões na construção dos seus parques na cidade de São Bento do Norte.
Novas empresas pretendem se instalar no estado para prestar assistência técnica aos parques. A Construtora Dois A fundou, em parceria com um engenheiro espanhol, a empresa SIMM que prestará assistência técnica aos parques que se instalarão no estado.
Um dos entraves no setor eólico é a falta de uma legislação exclusiva para o setor, além da imprevisibilidade da cobrança do ICMS. Os estados não assinam um contrato de isenção do imposto por um período superior a um ano. Questiona-se porque os estados não concedem a isenção do imposto de acordo com o contrato de exploração das áreas.
Objetivo é se tornar um polo exportador de energia
A energia eólica tem se mostrado um negócio rentável, apesar do alto investimento inicial. Por ser uma energia limpa com uma fonte inesgotável, tem atraído cada vez mais investidores nacionais e estrangeiros. Somente o grupo Iberdrola irá investir R$ 2 bilhões no processo de expansão da energia eólica no Brasil nos próximos dois anos.
“Embora tenhamos decidido alargar os investimentos no Brasil, as coisas não evoluíram como pensávamos”, comenta o presidente de Novos Mercados da Iberdrola, José Oriol Hoyos, em comunicado enviado a imprensa. Ele cobra mais investimentos do próprio governo federal e a realização periódica de leilões desta fonte de energia para a expansão dos projetos do grupo.
No Brasil, a cultura de geração de energia elétrica a partir dos ventos ainda é pouco difundida e são raros os estados que têm o potencial eólico necessário que viabilize a instalação de um projeto. Porém, as empresas que já existem apostam no crescimento gradual do setor e vislumbram ótimas oportunidades de negócios. “Acredito no crescimento e criamos mais uma empresa genuinamente potiguar, SIMM- Soluções Integradas de Montagem e Manutenção, que trabalhará para os parques eólicos”, afirma Sérgio Azevedo.
Sobradinho
Sua empresa de construção civil participou da construção de todos os parques eólicos no estado e um na Paraíba. Recentemente, o grupo venceu uma concorrência para construir o parque eólico de Sobradinho, da Chesf, cujo valor da obra está orçado em R$ 100 milhões. O empresário confirma que até o final do ano irá divulgar o nome da empresa alemã com a qual está fechando negócios para a fabricação de torres de concreto para turbinas eólicas. “Seremos exportadores de energia e de mão de obra qualificada. Temos condições de transformar o RN num polo da energia eólica”.
O setor de construção civil estima que 3,9 mil empregos sejam gerados na construção dos parques da cidade de Parazinho. Visando o crescimento da demanda por profissionais na área de eólica, instituições como o Centro de Tecnologia dos Gás Natural e Energias Renováveis (CTGás-ER) estão desenvolvendo cursos de aperfeiçoamento para qualificar pessoal e habilitá-los ao trabalho com essa nova tecnologia.
Bate-papo
» Marília B. Pioli, advogada do setor de energia
Quais são os principais entraves burocráticos para a implantação de um parque eólico?
Se tomarmos a expressão “entraves burocráticos” em um sentido mais amplo para indicar os “freios” para o desenvolvimento da exploração da energia eólica no país, podemos apontar a inexistência de um marco regulatório e inexistência de um procedimento padrão no Estados da Federação. Por “marco regulatório” refiro-me a um conjunto de normas claras e específicas para o setor. Não se pode afirmar que as normas não existam, mas são esparsas, insuficientes e muitas vezes genéricas.
A burocracia e a morosidade das leis brasileiras impedem que mais parques eólicos sejam implementados no Brasil?
Eu não diria que “impedem”, até porque o número de empreendimentos inscritos no último leilão contraria este tipo de afirmação. Contudo, não receio afirmar que a burocracia e a morosidade não só da legislação brasileira, mas também a atuação dos órgãos governamentais, atuam como “freio” para o desenvolvimento da energia eólica. O desenvolvimento da energia eólica no Brasil ganhará no impulso quando – e se – conseguirmos superar os problemas – alguns deles culturais – que agem como freio para a expansão da exploração eólica no país.
O que o Estado ganha sediando projetos desse porte?
A tecnologia envolvida nos equipamentos passa a exigir mão de obra qualificada, reclamando, por consequência, centros de treinamento de excelência em formação profissional. Essas fábricas precisam de insumos, de matéria-prima, o que fomenta o crescimento também de outras empresas. A necessidade de mão de obra fica evidente, aumentando significativamente a oferta de emprego. Ser o endereço de parques eólicos representa um grande crescimento econômico para o estado, com a grande vantagem de não haver grandes impactos ambientais, já que a energia eólica é notoriamente limpa.
Incertezas cercam os contratos
A falta de padrão normativo para o setor eólico revela-se na condução de cada Estado nas exigências legais. Em alguns deles as imposições são mais simples e em outros, mais burocráticas. A advogada Marília Bugalho Pioli exemplifica que a falta de definição e de regras claras causa insegurança nos investidores.
Ela diz que o edital do leilão traz um capítulo inteiro sobre a constituição de uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) e diz que as pessoas jurídicas de direito privado estrangeiras e os Fundos de Investimento em Participações (FIP) devem constituir uma SPE sob a forma de Sociedade Anônima, para receber a outorga de autorização dos parques.
Em 2009, a advogada levou o estatuto de constituição da SPE para registro na Junta Comercial do Rio Grande do Norte e eles se negaram a registrar alegando que não poderiam constituir a SPE porque ela não é regida pela lei das Sociedades Anônimas. Essa alegação é tida como um absurdo jurídico que pôs em risco o prazo de entrega dos atos de constituição da SPE e, por consequência, submeteu os vencedores do leilão a riscos financeiros imensuráveis.
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Valor Econômicohttp://www.buildings.com.br/2010-09-06T01:02:03Z2010-09-06T01:02:03Z
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Segundo a Fitch, a redução no rating reflete o maior risco de refinanciamento do grupo no curto prazo e a piora considerável de seus indicadores de crédito e liquidez.
“Os ratings da WTorre e da WTorre Properties permanecem pressionados e poderão ser rebaixados em diversos níveis, caso o grupo não conclua, conforme planejado, a redução e o alongamento de sua dívida”, diz a agência. Em 30 de junho, a WTorre Properties tinha apenas R$ 34 milhões em caixa, ante uma dívida de curto prazo de R$ 780 milhões.
“Mesmo que a WTorre Properties seja bem-sucedida em sua estratégia de venda de ativos e refinanciamento da dívida de curto prazo, a Fitch entende que a alavancagem e a liquidez permanecerão abaixo das expectativas anteriores da agência e que a companhia continuará fortemente dependente da venda de propriedades comerciais para preservar de forma consistente sua liquidez”, acrescenta a agência de classificação de risco.
A Fitch lembra ainda que a WTorre Properties pretendia fazer uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) na BM & FBovespa neste ano, o que melhoraria sua estrutura de capital e reduziria a pressão sobre a liquidez. No entanto, o adiamento da operação aumentou o risco de refinanciamento no curto prazo.
O Conselho de Administração da companhia tem até o próximo dia 16 para decidir se realiza ou não a oferta. Nessa data termina o prazo dado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para a empresa se posicionar sobre a operação, que foi anunciada em março, mas acabou suspensa por conta das condições desfavoráveis do mercado nos últimos meses.
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Valor Econômicohttp://www.buildings.com.br/2010-09-03T01:02:03Z2010-09-03T01:02:03Z
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De acordo com o empresário, a Área Bruta Locável (ABL) do Rio Mar terá 98,7 mil metros quadrados, a maior entre os 11 shoppings onde o grupo tem participação acionária. Além do shopping, serão construídas no local três torres empresariais, com 48 mil metros quadrados de área privativa.
Voltado para o público de classe média, o projeto contará com 476 lojas, sendo 18 as chamadas âncoras - que são lojas maiores, de marcas conhecidas -, e outras sete megalojas. Também está prevista a construção de 14 salas de cinema, um teatro e 11 restaurantes. O estacionamento terá 7,8 mil vagas.
O empreendimento será construído pelo próprio grupo JCPM, que também atua no setor imobiliário, em parceria com a empreiteira pernambucana Moura Dubeux. A expectativa é de que cerca de 3 mil pessoas trabalhem na construção do shopping.
Instalado em um local de difícil acesso, às margens do Rio Capibaribe, o shopping só foi viabilizado mediante o lançamento de um grande complexo viário pela Prefeitura do Recife, orçado em mais de R$ 500 milhões. As obras, no entanto, só devem começar em janeiro de 2011 e vão durar cerca de 30 meses.
O grupo JCPM foi formado a partir da venda da rede de supermercados Bompreço, fundada pela família Paes Mendonça, para o Walmart, em 2000. Além dos shopping centers e da construtora, o grupo também atua no setor de comunicação, controlando um jornal, dois canais de televisão e sete emissoras de rádio.
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Valor Econômicohttp://www.buildings.com.br/2010-09-03T01:02:03Z2010-09-03T01:02:03Z
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Depois de partir para a diversificação de produtos com casas prontas de alto padrão e loteamentos mais populares, a Alphaville volta às origens e aposta no conceito que consolidou a marca. Nas mãos da Gafisa, que detém 80% do capital e até 2012 compra os 20% remanescentes, a Alphaville coloca todas suas fichas na criação de núcleos urbanos, ou seja, o desenvolvimento de novas cidades.
A ideia é tão simples, quanto difícil e ousada: reproduzir, fora de São Paulo, o sucesso do empreendimento de Barueri, o primeiro Alphaville, criado há mais de 30 anos e que carrega na marca o conceito implícito de qualidade de vida. Um imenso descampado nos anos 70, sem qualquer valor comercial, que se transformou numa das áreas mais valorizadas de São Paulo. No Alphaville de Barueri hoje moram 75 mil pessoas e trabalham 160 mil.
Por conta de Alphaville, o município de Barueri já é o oitavo PIB do país. Atualmente o metro quadrado de terreno residencial no Alphaville 1 custa cerca de R$ 1,5 mil. Se for área comercial, pode chegar a R$ 4 mil.
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Caio Calfat Real Estate Consultinghttp://www.buildings.com.br/2010-09-02T01:02:03Z2010-09-02T01:02:03Z
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DCIhttp://www.buildings.com.br/2010-09-02T01:02:03Z2010-09-02T01:02:03Z
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A loja no Pará é a 23ª na Região Norte, e, de acordo com Júlio César Valeriano, gerente de Expansão da Casa do Pão de Queijo para todo o Brasil, o objetivo é continuar entrando no mercado da Região Norte e da Nordeste. "O Estado do Pará e toda a Região Norte e Nordeste merecem especial atenção em nossos planos de expansão por serem mercados com grande potencial de crescimento. É uma grande satisfação abrir nossa primeira franquia em Santarém e marcar presença nessa importante cidade da região", disse.
Em Brasília, a loja que atuava dentro da livraria Siciliano, no Shopping Pátio Brasil, passou a atuar sob estrutura de loja, não mais de quiosque. A Casa do Pão de Queijo hoje tem 400 lojas franqueadas e atende anualmente cerca de 32 milhões de pessoas. A expansão para o norte, o nordeste e o centro-oeste é um dos focos.
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DCIhttp://www.buildings.com.br/2010-09-02T01:02:03Z2010-09-02T01:02:03Z
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Além do Rio Mar, serão erguidas três torres empresariais numa área privativa de 42 m². Cada prédio terá 25 andares, e a divisão dos espaços será feita de acordo com a demanda. O projeto do centro de compras prevê 476 lojas, das quais 18 serão âncoras, sete megalojas e 11 restaurantes, além de praças de alimentação.
A expectativa é de que o centro de compras atraia novas lojas, que não estão ainda no nordeste. Com o novo shopping, Recife vai ganhar um teatro com 500 lugares e 14 novas salas de cinema na zona sul. A área total construída, de cinco pisos, terá 260 mil metros quadrados e estacionamento de 6.050 vagas. A chegada do shopping também traz expectativa positiva para economia de Pernambuco, com a previsão de gerar anualmente cerca de R$ 150 milhões de impostos federais, estaduais e municipais depois da inauguração prevista para outubro ou novembro de 2012.
O nome do empreendimento comercial é uma homenagem à beleza do local, que fica na confluência do Rio Jordão com o Oceano Atlântico, em uma área onde funcionou uma fábrica da empresa de bebidas Bacardi. O projeto paisagístico é do arquiteto Luiz Vieira.]]>
InfoMoneyhttp://www.buildings.com.br/2010-09-01T01:02:03Z2010-09-01T01:02:03Z
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“O mundo mudou, os clientes mudaram e hoje são eles que detêm a informação. Os profissionais do mercado precisam se adequar a este novo comportamento e utilizar a internet como instrumento de trabalho. Ou seja, o corretor tem de ser on-line”, disse.
Decisão de compra:Ainda segundo Ferreira, na hora de decidir pela compra ou não de um imóvel, a localização e as condições do entorno são muito importantes para o cliente. Assim, a grande mudança trazida pela rede mundial de computadores é poder oferecer todas as informações sobre o bairro, por meio de material pronto e dinâmico.
Além disso, levantamento realizado pelo portal Zap mostra que, com a internet, mais de 50% das pessoas pesquisam, comparam e decidem pela compra do imóvel em cerca de dois meses.
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O Diahttp://www.buildings.com.br/2010-09-01T01:02:03Z2010-09-01T01:02:03Z
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A Suvinil, por exemplo, recolheu mais de 400 milhões de garrafas PET do meio ambiente, equivalente a cerca de 20 mil toneladas de resíduo. Segundo a empresa, cada galão de 3,6 litros de esmaltes ou vernizes necessitam de cinco garrafas PET na composição. A Suvinil recolhe por ano cerca de 50 milhões de embalagens plásticas.
A empresa oferece a linha de acrílicos Suvinil Menos Sujeira, com fórmula exclusiva que garante redução de até 70% nos respingos provocados pela tinta no momento da pintura. A linha não tem cheiro e é encontrada nas versões acrílico fosco, toque de seda, limpa fácil e semibrilho. Para área externa, a Suvinil apresenta tintas contra microfissuras, mofo e maresia. “Estudos mostram que um terço do consumo de tintas é destinado a áreas externas. Cerca de 40% das construções estão em locais com alta umidade e sofrem com mofo e maresia”, diz Francisco Verza, diretor de tintas da Basf.
ECONOMIA DE ENERGIA
A Coral lançou recentemente mais cinco produtos com foco na preservação do meio ambiente, além de permitir a redução em até 20% na conta de luz, com o Decora Luz & Espaço – tinta especial sustentável e ecoeficiente. Há ainda as linhas Rende Muito Tinting, tintas feitas nas máquinas. A nova fórmula da Coralar Acrílico permite maior cobertura e baixa emissão de CO2. A Sparlack Efeito Natural conta com fórmula à base de água e sem cheiro logo após a aplicação.
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Correio Braziliensehttp://www.buildings.com.br/2010-09-01T01:02:03Z2010-09-01T01:02:03Z
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A Tishman detém 85% do negócio enquanto a Via, dona do terreno, possui 15%. O projeto será apresentado ao mercado no fim de setembro e a previsão é que o lançamento ocorra no início de 2011. “Brasília tem um mercado potencial enorme e uma demanda bastante reprimida. Estávamos em São Paulo e no Rio de Janeiro e sentíamos a necessidade de expandir os negócios no país. A capital do país era uma cidade que a gente achava que tinha condições para isso. Percebemos a oportunidade”, relatou o diretor da Tishman, Daniel Cherman, em entrevista ao Correio.
O empreendimento conjunto, denominado Green Towers Brasília, será erguido em um dos poucos terrenos vagos do Plano Piloto, no setor de autarquias. A construção ocupará uma área de quase 10 mil metros quadrados e os três prédios terão, ao fim da obra, 85 mil m2 de área total. Cada andar de 1,7 mil m2 a 5,4 m2 de área, o piso será elevado e serão quatro os subsolos de estacionamento, com um total de quase duas mil vagas. O conjunto terá ainda um jardim vertical de quase 70 metros de altura.
Edifício verde
As escavações já começaram há quase dois meses e o projeto foi desenvolvido nos padrões para qualificação da certificação norte-americana Leed (Leadership in Energy and Enviromental Design), a mesma do Hearst Tower, em Nova York. Para obter a credencial, são necessários itens diferenciais voltados para a sustentabilidade do prédio, como o histórico da destinação de toda a terra retirada durante a escavação da obra, o reuso da água e a instalação de elevadores inteligentes que informem ao passageiro qual deles chegará mais rápido, além do reaproveitamento da energia utilizada pelos equipamentos.
Após a confirmação de todos os passos durante a execução das obras, a certificação dará ao empreendimento o título de primeiro “prédio verde” de Brasília. De acordo com o presidente do conselho do Green Building Council, José Moulin Netto, atualmente existem no Brasil 180 processos de certificação em andamento e, por enquanto, somente 18 receberam o selo da Leed. “Nem todos os empreendimentos que se cadastram conseguem essa certificação, que é bem específica e difícil de se obter”, lembrou o presidente da Via, Fernando Márcio Queiroz. Ele alerta que é preciso ter cuidado com empresas que dizem ter se cadastrado na certificadora, porque é comum encontrar empreendimentos sem a credencial.
O empresário aposta nas multinacionais e grandes grupos nacionais que hoje se instalam ou ampliam escritórios em Brasília, ou mesmo órgãos do governo mal acomodados em suas repartições, como público-alvo do Green Towers. “Estamos em negociação. Hoje muitos órgãos estão espalhados em vários prédios. É nesse mercado que vamos nos focar”, revelou.
CIDADES MAIS CARAS
O mercado imobiliário de Brasília é atípico. Aquecido, tem um dos maiores custos por metro quadrado do país e está bem próximo dos preços médios praticados em São Paulo e no Rio de Janeiro, as duas cidades mais caras no território nacional, segundo o diretor da CB Richard Ellis, André Sartori. A oferta de escritórios de alto padrão em Brasília, disse, é muito baixa e há poucas unidades vagas no geral: menos de 3%, enquanto a média do mercado brasileiro é de 9% a 10%.
O número
85 mil m2
Total da área prevista para as torres trigêmeas ao fim da obra.
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InfoMoneyhttp://www.buildings.com.br/2010-09-01T01:02:03Z2010-09-01T01:02:03Z
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Além de beneficiar o meio ambiente, a redução de custos é uma das vantagens desses condomínios. "Devido à otimização da energia e ao aproveitamento consciente da água, a diferença pode ser sentida na conta no fim do mês", afirmou o diretor jurídico da Aabic (Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios), José Roberto Graiche Junior.
A saúde dos moradores e também da população é beneficiada, já que a redução de poluentes, o controle de qualidade do ar e a preservação dos recursos naturais colaboram para o bem-estar.
Dicas
Sem perder o conforto e o luxo, bastam ser instaladas ferramentas simples, mas eficazes, para estar de bem com o ambiente. Essas ferramentas são capazes de minimizar a emissão de resíduos, reduzir o consumo de água e de energia por meio da reutilização da água da chuva e o máximo de aproveitamento da luz solar, por exemplo. "Isso sem falar na coleta de lixo, que já deveria ser regra em qualquer residência", afirmou Graiche.
Outras dicas para um condomínio mais "verde" são a criação de pomar e herbário, instalação de medidores individuais de gás e água, para incentivar a redução de consumo, a troca de torneiras por modelos com temporizador, que gastem menos água, e colocar luzes com sensores de presença nas áreas comuns.
Outra medida simples é ajardinar a calçada e os terraços para aumentar a área permeável e até mesmo varrer a calçada e pátio em vez de lavá-los.
Empreendimentos
Apesar de não haver incentivo por parte do governo para os "edifícios verdes", já existem quatro empreendimentos certificados no país e mais de cem em processo de certificação.
"A aceitação destes empreendimentos pelos compradores estimula mais e mais arquitetos, engenheiros e grandes construtoras a investirem em novas técnicas e tecnologias", explicou o diretor de condomínio da Aabic, Omar Anauate. "Não há dúvidas de que todos ganham com essa valorização da sustentabilidade", conclui.
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O Estado de S. Paulohttp://www.buildings.com.br/2010-09-01T01:02:03Z2010-09-01T01:02:03Z
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Nesse seleto portfólio, incluem-se investidores como o governo do Estado de Washington, nos Estados Unidos, o Fundo Soberano de Cingapura (GIC), a seguradora americana Liberty Mutual, o Sindicato dos Funcionários Públicos da Holanda e a Universidade Harvard, entre outros. "Todos eles investiram desde o primeiro fundo lançado", diz Lewandowski. A disposição de Harvard, que perdeu 30% dos US$ 39,6 bilhões investidos no mercado financeiro durante a crise, em continuar apostando no Brasil, não deixa de ser surpreendente: na semana passada, por exemplo, seus financistas liquidaram todas suas posições em empresas israelenses. "Muitos investidores resolveram concentrar seus recursos num número menor e mais confiável de negócios", diz Lewandowski.
Com ativos estimados em R$ 3 bilhões, a Prosperitas é dona de um portfólio que inclui shopping centers, edifícios comerciais, instalações industriais e loteamentos residenciais. A joia da coroa é o Eco Berrini, um edifício "verde" de 32 andares, com 50 mil metros quadrados de área, que está sendo construído na zona sul de São Paulo. Só com o Eco Berrini, que deverá ser inaugurado em março de 2011 e será passado adiante, a Prosperitas deve faturar R$ 600 milhões.
O R$ 1,5 bilhão de recursos previstos para os novos investimentos bancarão uma nova etapa na trajetória da Prosperitas. A gestora vai continuar com a abertura de novos shoppings, principalmente em cidades médias ou regiões ainda não atendidas por esse tipo de estabelecimento, como é o caso de Rio Branco, no Acre, e o bairro de Guadalupe, no Rio de Janeiro (até o final do ano, a Prosperitas quer chegar a uma área bruta locável de 180 mil metros quadrados).
Mas a maior soma de recursos será destinada a empreendimentos como um loteamentos residencial, em Campinas, onde serão aplicados R$ 150 milhões, e à construção de centros logísticos. Já estão definidos quatro centros, em Guarulhos, Campinas e Ribeirão Preto, em São Paulo, e Vespasiano(MG), que exigirão R$ 700 milhões. O maior deles será o de Guarulhos, que ocupará uma área construída de 400 mil metros quadrados. "O centro de Guarulhos está dentro do Rodoanel", diz Lewandowski.
Egresso do braço imobiliário da GP Investimentos, cujo controle foi adquirido em 2006 por ele e por seus sócios, Jose Carlos Nuñez e Maximo Pinheiro, numa operação de management buy out, Lewandowski diz que a Prosperitas vai quebrar a escrita e se abrirá para os investidores brasileiros. Uma possibilidade é explorar o segmento de dívida imobiliária. "Queremos nos fortalecer no mercado interno", afirma.
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Folha de São Paulohttp://www.buildings.com.br/2010-08-30T01:02:03Z2010-08-30T01:02:03Z
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No ano, a variação foi de 6,66%, enquanto nos últimos 12 meses foi de 6,99%.
O IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo) apresentou alta de 1,24%. No mês anterior, a taxa foi de 0,20%.
O índice relativo aos bens finais recuou 0,15%, em agosto. Em julho, este grupo de produtos mostrou variação negativa de 0,34%. Contribuiu para a aceleração o subgrupo alimentos processados, cuja taxa de variação passou de -0,30% para 1,32%. Excluindo-se os subgrupos alimentos in natura e combustíveis, o índice de bens finais (ex) registrou variação de 0,40%. Em julho, a taxa foi de -0,01%.
O índice referente ao grupo bens intermediários variou 0,33%. Em julho, a taxa foi de 0,01%. O subgrupo materiais e componentes para a manufatura registrou acréscimo em sua taxa de variação, que passou de -0,15% para 0,48%, sendo o principal responsável pela aceleração do grupo. O índice de bens intermediários (ex), calculado após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, variou 0,41%, ante 0,01%, em julho.
No estágio inicial da produção, o índice de matérias-primas brutas variou 4,44%, em agosto. No mês anterior, o índice registrou variação de 1,22%. Os principais responsáveis para a aceleração do grupo foram os itens minério de ferro (2,48% para 15,08%), soja (em grão) (3,94% para 10,55%) e milho (em grão) (-3,49% para 2,18%). No grupo registraram desacelerações em itens: aves (4,05% para 0,17%), café (em grão) (6,36% para 1,23%) e algodão (em caroço) (5,91% para 0,44%).
O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) teve queda de -0,27%, em agosto. No mês anterior, a variação foi de -0,17%. Quatro dos sete grupos componentes do índice apresentaram decréscimos em suas taxas de variação: vestuário (-0,28% para -0,90%), saúde e cuidados pessoais (0,54% para 0,21%), despesas diversas (0,85% para 0,52%) e alimentação (-1,05% para -1,28%). Nestas classes de despesa, os destaques foram os itens: roupas (-0,29% para -1,43%), artigos de higiene e cuidado pessoal (0,78% para -0,04%), cigarro (2,68% para 0,90%) e frutas (1,33% para -3,31%).
Apresentaram alta nos preços os grupos transportes (-0,06% para 0,22%) e educação, leitura e recreação (-0,13% para 0,02%) apresentaram elevação em suas taxas de variação. Nestas classes de despesa, as maiores contribuições partiram dos itens: álcool combustível (-1,39% para 5,35%) e passagem aérea (-6,28% para -3,09%).
O grupo habitação repetiu, em agosto, a taxa de 0,23% apurada no mês de julho. Os destaques das variações em alta foram registrados na taxa de água e esgoto residencial (0,00% para 0,67%); em queda, o item material para limpeza (0,33% para -0,32%).
O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) registrou, em agosto, variação de 0,22%, abaixo do resultado do mês anterior, de 0,62%. Dois dos três grupos componentes apresentaram decréscimos em suas taxas de variação: materiais e equipamentos (0,53% para 0,32%) e mão de obra (0,77% para 0,06%). O grupo serviços apresentou variação de 0,60%. No mês anterior, a taxa foi de 0,27%.
O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.
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O Estado de S. Paulohttp://www.buildings.com.br/2010-08-25T01:02:03Z2010-08-25T01:02:03Z
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Em junho, a João Fortes vendeu para o Banco Pátria, por R$ 165 milhões, o Lagoa Corporate, um edifício comercial de 11 andares na Lagoa, na zona sul do Rio. O negócio ajudou a companhia a fechar o primeiro semestre com R$ 361,8 milhões de vendas contratadas e alcançar um lucro lí¬quido de R$ 78,9 milhões. No mesmo período de 2009, teve prejuízo de R$ 930 mil.
A empresa começou a sair do vermelho em dezembro, quando reforçou o caixa com a venda da participação no Shopping Bangu para a Aliansce por R$ 80 milhões.
Com dez empreendimentos em curso este ano, somando R$ 680 milhões em novos lançamentos, a empresa opera com baixo estoque de terrenos. A lógica é comprar nas regiões de maior demanda e construir logo, focando em projetos de maior valor. A construtora concentra investimentos em Brasília, Rio e Salvador, que experimentam boom imobiliário.
“Nossa estratégia é ter agilidade e capacidade de decisão para aproveitar as melhores oportunidades, comprar terrnos e realizar rápido”, define o diretor de negócios, Luiz Henrique Rimes. Apesar dos bons resultados, a João Fortes ainda está longe do porte das grandes construtoras, mas não tem pressa para crescer. “Nosso planejamento contempla mais rentabilidade do que tamanho. Não temos interesse em ser a maior, mas em ser a mais rentável. E não é bom ficar desafiando o mercado”, pondera Francisco Almeida e Silva, diretor-superintendente da Fortes.
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O Fluminensehttp://www.buildings.com.br/2010-08-25T01:02:03Z2010-08-25T01:02:03Z
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Para Bruno Serpa Pinto, diretor-geral da Patrimóvel-Niterói, a região está crescendo e deve alcançar sua maior valorização nos próximos dois anos, quando os empreendimentos que estão sendo lançados ficam prontos. “Pendotiba está se tornando a ‘menina dos olhos’ do setor imobiliário de Niterói por diversos fatores, como localização e mobilidade, oferta de terrenos e a existência de um comércio forte, que conta ainda com o diferencial de um clima mais ameno que o resto da cidade”, avalia, explicando, ainda, que a expansão do bairro é recente, já que há cinco anos havia escassez de novos imóveis e serviços.
De acordo com Rodrigo Alves, diretor comercial da CALL Construtora, a ocupação das regiões de Icaraí, Jardim Icaraí e Ingá já está se aproximando do limite e, por isso, a expansão natural da cidade se dará num primeiro momento para a Região Oceânica e para Pendotiba.
Bola da vez dos projetos habitacionais
“Diferente da Região Oceânica, que também é muito procurada para veraneio, Pendotiba virou ‘a bola da vez’ por englobar vários conceitos: morar num clima ameno, com muito verde, no meio do caminho entre a cidade e as praias. Além disso, dotado de infraestrutura que cada vez mais se expande, abrigando o novo Fórum, escolas, clubes e centros comerciais”, explica.
Para Naum Ryfer, diretor da Pinto de Almeida, Pendotiba pode ser a resposta para o crescimento habitacional que Niterói deve experimentar nos próximos anos, em função de projetos importantes, como o Complexo Petroquímico em Itaboraí. “O crescimento de Pendotiba é vital para o desenvolvimento da cidade, desafogando bairros como Icaraí e Jardim Icaraí”.
Serpa Pinto diz que o perfil dos moradores que estão adquirindo os lançamentos imobiliários da Região, que custam a partir de R$ 150 mil, são jovens que já moram no local e estão iniciando nova fase da vida e querem qualidade de vida e infraestrutura”, avalia.
Grande aposta das construtoras
A Pinto de Almeida, que aposta na região desde 2006, lançou nos últimos meses empreendimentos residenciais e comerciais, como o Portal de Pendotiba, lançado em março, que vendeu 90% de suas 118 unidades em apenas um mês. Também está na lista o Residencial Viva Pendotiba, na Estrada Caetano Monteiro, que tem entrega prevista para março de 2013, além do Futura Shops & Offices, um centro comercial moderno.
O condomínio contará com 304 apartamentos, com preços médios a partir de R$ 170 mil, distribuídos em seis prédios de apenas cinco andares mais a cobertura e uma completa infraestrutura de lazer, com parque aquático, playground coberto e ao ar livre, academia e outros.
Na semana passada foi a vez da Call Construtora lançar um novo empreendimento na Região. O Residencial Vale das Paineiras, na Estrada Engenheiro Pacheco de Carvalho, oferece 144 unidades com 2 quartos – sendo uma suíte – dotadas dos conceitos mais modernos de ecorresponsabilidade como telhado verde e aproveitamento das águas da chuva nas áreas comuns, além de ampla área de lazer com sauna com mergulho e campo de futebol. O preço médio dos apartamentos é de R$ 170 mil.
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Portal VGVhttp://www.buildings.com.br/2010-08-25T01:02:03Z2010-08-25T01:02:03Z
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A capital do Mato Grosso do Sul é considerada o mais importante centro catalisador de toda a atividade econômica e social do estado. A Homex escolheu Campo Grande (MS) como terceira cidade em seu plano de expansão no Brasil, com a missão de melhorar o modo de vida das pessoas, desenvolvendo empreendimentos imobiliários de qualidade.
“Nosso principal objetivo é oferecer melhores condições de moradia, comodidade e, principalmente, qualidade de vida às famílias que vivem em um empreendimento Homex e, por isso, desenvolvemos também toda a infraestrutura necessária, como pavimentação, rede de água e esgoto, iluminação e áreas destinadas ao lazer”, afirma Erika Taboada, diretora geral da Homex no Brasil.
Localizada na Avenida Fernando Correia da Costa, 920 (centro), a filial da Homex em Campo Grande (MS) oferece toda a assessoria necessária junto às instituições responsáveis para o financiamento e efetivação da compra do imóvel. Todos os escritórios da Homex têm uma equipe de profissionais especializados no atendimento ao cliente e gabaritados a esclarecer todas as dúvidas e informações sobre o futuro lançamento no município e as condições de financiamento.
Para adquirir uma residência Homex é possível utilizar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e, dependendo da renda e da idade do comprador, o financiamento pode chegar a 30 anos e o subsídio até R$ 17 mil.
O sistema construtivo aplicado pela Homex utiliza moldes de alumínio preenchidos em concreto e são desenvolvidos em série. Este método garante a redução da produção de resíduos em uma grandeza de 80% se comparada com um sistema construtivo convencional, otimiza o tempo e mão de obra na fabricação das moradias.
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Portal VGVhttp://www.buildings.com.br/2010-08-25T01:02:03Z2010-08-25T01:02:03Z
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Sorocaba mostra cada vez mais sua vocação para os setores empresarial e industrial. Considerada a 17ª melhor cidade para se viver do Brasil (de acordo com o levantamento feito pelo IFDM – Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal), destaca-se por oferecer novidades específicas para os moradoresque buscam qualidade de vida.
Um dos principais municípios do interior de São Paulo, Sorocaba está na mesma sintonia do Estado, já que o número de condomínios industriais deverá crescer 25% este ano – segundo um levantamento realizado pela consultoria imobiliária Herzog. Participando dessa estatística, a Splice Desenvolvimento Urbano, em parceria com a Rossi, uma das principais incorporadoras e construtoras do País, entrega o primeiro condomínio horizontal de escritórios da cidade: o Praça Maior.
Resultado da aliança estratégica entre essas duas grandes empresas brasileiras, o empreendimento tornou-se o mais novo e valioso centro de negócios da cidade. Prova disso foi o sucesso de vendas – todas as salas foram comercializadas na noite do lançamento.
Para o diretor da Splice Desenvolvimento Urbano, Araldo Marcondes, Sorocaba está expandindo muito nesse setor. Por essa razão, a empresa acredita que a cidade está mais do que pronta para um condomínio empresarial desse porte. “A demanda crescente nos fez apostar nesse novo nicho do mercado imobiliário e, pra nossa satisfação, o ‘Praça Maior’ foi recebido em grande estilo”, comemora.
”Sempre buscamos oferecer projetos inovadores aos nossos clientes e, como parte deste ideal, investimos e acreditamos no potencial do Praça Maior, que, hoje, é um dos maiores sucessos imobiliários da região”, finaliza o diretor regional da Rossi, Marcelo Araújo.
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